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Dois fugitivos do Complexo de Pedrinhas morrem após confronto na Vila Conceição


Data da publicação: 24/05/2017
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Dois fugitivos do Complexo de Pedrinhas morrem após confronto na Vila Conceição

Durante a troca de tiros, dois policiais da Senarc foram baleados nas mãos.

Fonte: Da Redação / Por Nelson MeloData de publicação: 24/05/2017Tags: FugitivosmortosPedrinhaspushVila Conceição

Após escapar do CDP, “Bebezão” e “Amarelinho” foram se esconder na Vila Conceição, onde ontem enfrentaram a polícia e morreram.

Por Nelson Melo

Em uma situação tensa registrada no fim da tarde de ontem (23), por volta das 17h, na Vila Conceição, Altos do Calhau, em São Luís, dois policiais da Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico (Senarc), identificados como Jesse e Weslley, foram baleados na mão. O caso aconteceu durante uma operação da equipe no local, sendo que dois bandidos foram alvejados no confronto e morreram. Eles foram identificados como Ronalth Correia Coelho, conhecido como “Bebezão”; e Valdemir Laurindo Flores, o “Amarelinho”, de Alagoas, que teriam liderado a explosão ocorrida na noite de domingo (21), no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, e resultou na fuga de 32 detentos.

O delegado Tiago Salgado, da Senarc, descreveu que os investigadores seguiram à Vila Conceição para efetuar a condução de um criminoso reconhecido como “Codó”, que seria um dos líderes da facção Comando Organizado do Maranhão (COM). No entanto, ao entrarem na casa do bandido, apenas a esposa dele estava na residência. De lá, os policiais se deslocaram a outro imóvel, onde o procurado estaria escondido logo após perceber a presença das equipes.

Nesta casa, disse Salgado, “Codó”, “Bebezão” e Laurindo Flores já haviam rendido cinco moradores, que ficaram sob a mira de um fuzil calibre 556, uma pistola ponto 40 e um revólver calibre 38. Na chegada dos policiais, Jesse e Weslley acabaram sendo atingidos por tiros na mão, sendo levados a um hospital, mas não correm risco de morrer. Do lado de dentro, os dois comparsas do líder do COM também foram baleados, mas não se entregaram de imediato.

Enquanto isso, iniciou-se uma negociação com os suspeitos para que liberassem os reféns. O diálogo com os bandidos foi tenso, mas, após conversas, dois moradores foram liberados, e depois mais outros. Com o apoio do Grupo de Resposta Tática (GRT) da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), do Centro Tático Aéreo (CTA) e da Polícia Militar, todos os moradores foram soltos, sendo que “Codó” saiu com o último refém ainda com arma de fogo apontada para sua cabeça.

“Bebezão” e “Amarelinho” feridos, então, foram levados ao Hospital Municipal Doutor Clementino Moura (Socorrão 2), na Cidade Operária, onde não resistiram. Com eles, as equipes apreenderam o fuzil, a pistola e o revólver. O delegado Tiago citou que em desfavor de “Codó” havia um mandado de prisão decretado, mas não especificou por qual crime.

FONTE: JORNAL PEQUENO



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