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Bandidos matam agente penitenciário e policial civil. SINDSPEM e SINPOL estão preocupados com as ameaças constantes

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Bandidos matam agente penitenciário e policial civil. SINDSPEM e SINPOL estão preocupados com as ameaças constantes

 

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Agentes penitenciários e da polícia civil, são duas categorias dos Sistemas Carcerário e Segurança Pública, que mais sofrem ameaças pessoais e estendidas às suas famílias e mesmo diante dos sérios riscos a que estão expostos todos os dias, procuram responder com trabalho competente e bem determinado e o compromisso de dar o melhor da sua capacidade para a sociedade e corresponder as expectativas institucionais.

São muitas as ameaças feitas por bandidos através dos mais diversos meios de comunicação. Apesar serem sistemáticas, os serviços de inteligências das instituições se realmente funcionam já deveriam ter se manifestado para a prevenção, mas infelizmente nada tem sido feito de concreto.  Os assassinatos sórdidos praticados contra o agente penitenciário Viterbo Silva Nunes e a agente policial Iran Cerqueira Santos, além de merecerem ser investigados em toda sua plenitude técnica, servem de alerta para o desenvolvimento de ações preventivas, diz Ideraldo Gomes, presidente em exercício do Sindspem.

O sindicalista Amon Jessen, um dos lideres da categoria de agentes policiais civis, de há muito tem demonstrado preocupado com a vulnerabilidade que os servidores públicos que servem a população não merecerem uma atenção digna por parte do poder público e até repressão quando reivindicam direitos como salários compatíveis ao exercício profissional. Entendo que embora seja um pouco tarde, necessário se torna que todas as categorias que trabalham em serviços de riscos de vida se organizem para cobrar responsabilidades devidas pelo Estado, afirmou.

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O agente penitenciário Cézar Bombeiro, vereador em São Luís, presidente licenciado do Sindspem e diretor da Fenaspen , dois assassinatos em um mesmo dia, mexe profundamente com todos os colegas e preocupações com as famílias das vítimas. No caso de Viterbo Nunes, ele trabalhava no Núcleo de Escolta e Custódia, que embora com toda sua experiência não implica de que não possa sofrer ameaças constantes na condução de presos, assim como Iran Cerqueira Santos, que era bem atuante e investigadora da Delegacia de Roubos e Furtos, onde passam bandidos de elevados índices de periculosidade, e com certeza sofrem ameaças e que muitas vezes não costumam levar a sério. Temos que nos unir para tomarmos posições protetivas em favor dos servidores dos Sistemas Penitenciário e Segurança Pública, afirmou Cézar Bombeiro.

SEAP se negou a fazer o funeral do agente penitenciário assassinado

Durante o sepultamento do agente penitenciário Viterbo Nunes, a indignação era muito forte, diante da recusa da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária, em fazer o funeral do servidor público, sob justificativas bastante  vergonhosas, quando se registra que a SEAP tem convênios com funerárias exclusivas para concessão de caixões para presos que morrem dentro das unidades prisionais.

Bastante indignados vários agentes e inspetores penitenciários diziam que com vida, trabalhando com seriedade e dignidade não são valorizados, agora ficou bem claro, de que depois de mortos é que nada valem para o poder público. A atitude do secretário Murilo Andrade foi impropria e desprovida de sensibilidade sem um mínimo de solidariedade fraterna.

Fonte: BLOG DO ALDIR DANTAS



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