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Penitenciários fazem reunião para avaliar a paralisação de advertência e as agressões cometidas pela Policia Militar


Data da publicação: 20/06/2016
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Penitenciários fazem reunião para avaliar a paralisação de advertência e as agressões cometidas pela Policia Militar

ALDIR

A diretoria do Sindicato dos Servidores Públicos do Sistema Penitenciário do Maranhão marcou para esta terça-feira uma reunião com a assessoria jurídica da entidade para avaliar a paralisação de advertência da categoria realizada na sexta-feira e no sábado passado. A questão maior reside na agressão sofrida por vários agentes e inspetores com tiros de bala de borracha desferidos inicialmente pelo tenente-coronel Welington, comandante do Choque da Policia Militar e seguido pelos seus comandados.

            Os feridos já foram submetidos a exames de corpo delito e o fato será avaliado na reunião e posteriormente em assembleia geral da categoria marcada para a próxima quinta-feira na Casa do Trabalhador. Os penitenciários registram que ficaram bastante desconfiados com a presença de mais de 200 homens do Choque e da Cavalaria, inclusive com alguns ônibus, numa ostentação de que estavam preparados para um confronto de sérias proporções, quando na greve era um pouco mais de 70 agentes e inspetores penitenciários, até mesmo que os plantonistas permanecerem em seus postos, além de que os movimentos da categoria sempre foram pacíficos.

            Eles destacam que, o tenente-coronel Welington esteve conversando com o comando de greve e receberam a informação que a manifestação era pacífica e que tinha o objetivo de chamar a atenção do Governo do Estado para garantir um salário próximo do digno que a categoria é merecedora.

            A presença da Subsecretaria de Estado da Administração Penitenciária, Camila Neves e do secretário adjunto João Francisco Rodrigues, no local e que posteriormente estiveram reunidos com o tenente-coronel Welington é que surgiu a violência, sem qualquer incidente e com o comandante do choque dando inicio a agressão covarde com disparos de tiros com balas de borracha e seguidos dos seus comandados. Cézar Bombeiro, presidente licenciado do SINDSPEM, diz que se houvesse qualquer disparo de arma de fogo por parte dos penitenciários, com certeza teríamos um massacre e um morticínio de proporções graves. Já tivemos movimentos idênticos e em nenhum deles houve qualquer justificativa para o uso da força militar e lembrando que agentes e inspetores penitenciários e o GEOP, sempre se constituíram em aliados da Policia Militar por ocasião o uso de força, principalmente no período das barbáries, o que pode ser testemunhado pelos coronéis Ivaldo Barbosa e Sá e outros militares.

          O estranho foi a Subsecretaria de Estado da Administração Penitenciária, Camila Neves, se fazer presente no local. Ela era integrante e coordenadora do Comitê de Gestão Penitenciária criado pela ex-governadora Roseana Sarney durante a crise das barbáries e também manipulava a então Secretaria de Justiça e Administração Penitenciária. Ela é apontada como a responsável por manter muita gente viciada dentro do Sistema Penitenciária e é creditado a ela, a indicação de Murilo Andrade para a Secretaria de Administração Penitenciária, que a exemplo dela é de Minas Gerais.

 

FONTE: BLOG DO ALDIR DANTAS



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