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Se não houver providências urgentes são iminentes os riscos de mais mortes no Complexo Penitenciário de Pedrinhas


Data da publicação: 14/06/2016
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Se não houver providências urgentes são iminentes os riscos de mais mortes no Complexo Penitenciário de Pedrinhas

         aldir

   Os engodos, a maquiagem, os discursos alimentados pela fantasia e a cópia do governo passado de pregar ressocialização como tentativa de afirmar uma radical mudança no Sistema Penitenciário do Maranhão, estão desmoronando e o perigo de mais conflitos com mortes e fugas não está descartado.

            De há muito venho advertindo de que os vícios, a permanência em locais estratégicos de pessoal bastante comprometido e a colocação de agentes temporários sem a mínima qualificação para trabalhar dentro das unidades prisionais diretamente com presos é semelhante ao método utilizado pelo governo passado e que resultou em fugas e barbáries.

            A maioria dos gestores do Sistema Penitenciário do Estado é remanescente do  governo passado e que continuam com as mesmas práticas de maquiar e discursos de ressocialização. Geralmente selecionam um pequeno grupo de presos e fazem a capacitação deles para posteriormente tentar dar uma demonstração pública de uma realidade inexistente.

             O assassinato de um perigoso bandido e líder dos ataques a ônibus em 2014, exatamente em uma unidade de segurança média é uma demonstração clara de que a vulnerabilidade nas demais é muito maior. Ele foi assassinado no antigo Presidio São Luís 03, que tem agora a denominação de Penitenciária Regional de São Luís.

             Na mesma unidade estão elementos de elevado índice de periculosidade que retornaram de presidio federal, por não ter sido feito o pedido de renovação de mais um período para permanecerem onde estavam. A volta deles são riscos de incendiarem presídios a partir do momento em que tiverem os seus interesses contrariados e os da facção a que pertencem.

               A direção da Secretaria de Administração Penitenciária sabe dos riscos sérios que envolvem todas as unidades prisionais da capital, uma vez que não existe seletividade e as facções estão em todas elas e casos em que presos de uma cela pertencem a duas ou mais facções.

                A verdade é que existe uma enorme tensão entre os gestores que temem que conflitos possam a ocorrer ao mesmo tempo e o GEOP não possa imediatamente exercer o controle. A Força Nacional que já teve uma passagem pelo Sistema Penitenciário não aguentou o tranco e coube a Policia Militar com o comando do coronel Ivaldo Barbosa e ações pelo coronel Raimundo Sá controlar todos os conflitos.

 

FONTE: BLOG DO ALDIR DANTAS



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