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A omissão da SEJAP permite que diretor do presídio de Timon exerça autoritarismo aos servidores da unidade prisional


Data da publicação: 31/03/2016
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A omissão da SEJAP permite que diretor do presídio de Timon exerça autoritarismo aos servidores da unidade prisional

 

aldir

São inúmeros os problemas que afetam a administração da unidade prisional do município de Timon. Eles começam pela construtora da Penitenciária de Maracujá, na zona rural, que é supervisionada pelo diretor do presídio. As obras estão paradas pela empreiteira, que diz estar com repasses atrasados pelo Governo do Estado, que proporciona a que os empregados da construção acumulem três meses de atraso nos seus salários e estão se recusando a trabalhar enquanto não receberem o que têm direito.

 

O diretor do presidio Sandro Emilio Evangelista é conhecido pelo exacerbado autoritarismo e com inúmeras denúncias feitas à direção da Secretaria de Administração Penitenciária e ao Sindicato dos Servidores do Sistema Penitenciário do Maranhão. O presidente do Sindspem, Cézar Bombeiro e diretores da entidade levaram o problema para ser questionado com o secretário Murilo Andrade. Durante o encontro ficou acertado que o sindicato enviaria a Timon um diretor da entidade e a SEJAP um secretário adjunto para ver a realidade dos fatos. Os fatos foram praticamente comprovados, mas as providências ficaram apenas nas palavras.
As queixas continuaram e a insatisfação é praticamente geral com os métodos bastante autoritários do diretor Sandro Emilio Evangelista. Ele, segundo agentes penitenciários quer transformá-los em vigias da construção da Penitenciária de Maracujá e ameaça com transferência os que tentam se recusar. Por conta do verdadeiro terror instaurado na administração penitenciária de Timon, os diretores de segurança e administração entregaram os seus cargos, pelas constantes interferências e atropelos, o que deu origem a fuga de um preso conhecido por “Mineiro”.
O presidente do Sindspem, Cézar Bombeiro ao receber novas denúncias das mesmas praticas antigas, lamentou profundamente, uma vez que o secretário Murilo Andrade ficou de resolver problema, até mesmo diante dos riscos deles passarem a ter reflexos na população carcerária.
Um irmão do diretor Sandro Emílio, foi contratado pela empresa VTI para prestar serviços dentro da unidade, o que é questionado pelos servidores do Sistema Penitenciário, o que caracteriza nepotismo, mas com certeza deve ser do conhecimento da direção da SEJAP.
A verdade é que os agentes penitenciários lotados na unidade Timon, estão temendo que problemas maiores criados pelo autoritarismo possam interferir no contexto maior do presidio, daí que voltaram a fazer novos apelos para que o Sindicato dos Servidores Públicos do Sistema Penitenciário faça gestão junto a SEJAP para sanar o problema, haja vista que com a entrega dos cargos pelos diretores de segurança e administração, o autoritarismo passou a ser exacerbado.

FONTE: BLOG DO ALDIR DANTAS

 

 

 

 

 

 

 



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