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Diretores do Sindspem querem ser investigados e a apuração dos contratos terceirizados da SEJAP


Data da publicação: 11/02/2014
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Diretores do Sindspem querem ser investigados e a apuração dos contratos terceirizados da SEJAP

 


 

Colocam a quebra dos seus sigilos bancários e telefônicos e pedem a investigação dos contratos terceirizados para a prestação de serviços e com fornecedores pela SEJAP, uma vez que não mereceram as devidas e corretas licitações. Eles chegam a superar mais de 100 milhões de reais.

 Através do presidente do Sindicato dos Servidores do Sistema Penitenciário do Estado,Antonio Benigno Portela,os diretores da entidade de classe, Liana Mara Furtado Gomes, Raimundo Nonato Araújo Fonseca, Ideraldo Lima Gomes e César Castro Lopes (César Bombeiro), encaminharam à Governadora Roseana Sarney, à Procuradora Geral de Justiça, Regina Lúcia Almeida Rocha e ao presidente da Assembleia Legislativa do Estado, deputado Arnaldo Melo, solicitações para que sejam investigados e autorizam as quebras dos seus sigilos bancários e telefônicos, diante das graves denuncias que têm se insurgido contra o Sindspem e os seus sindicalizados, membros da direção da entidade de classe. A iniciativa dos servidores públicos deve-se principalmente ao fato de constantemente serem acusadas de práticas ilícitas dentro do Sistema Penitenciário, sem que qualquer ônus de prova tenha sido apresentado para a constatação das inúmeras afirmações feitas. Todos registram que são cidadãos, com famílias constituídas, filhos em escolas e universidades, e que sempre procuraram viver com honestidade e dignidade com o fruto dos seus salários, sem auferir quaisquer vantagens de procedências criminosas. Agora estão sofrendo uma tremenda perseguição como funcionários públicos e sindicalistas com uma demonstração, de que infelizmente no Maranhão, a ditadura do quero, posso e mando, ainda prevalece.

 

        Os servidores públicos e o sindicato mencionados, solicitam também, pela necessidade da transparência com gastos de recursos públicos, que sejam investigados todos os contratos, inclusive os reajustes através de termos aditivos firmados entre a Secretaria de Justiça e Administração Penitenciária e empresas que prestam serviços terceirizados e fornecedores sem as devidas e necessárias licitações.

         Os sindicalistas tomaram tal decisão, em decorrência de que haja um esclarecimento público em relação às imputações feitas a todos e também e clareza quanto as grandes somas de recursos públicos destinados ao Sistema Penitenciário, e que infelizmente não têm destinação correta.

Fonte: BLOG DO ALDIR DANTAS

 



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